AGÊNCIA SENADO
BRASÍLIA - As alianças para a disputa municipal deste ano ainda estão em fase inicial de negociação, mas já é possível sentir o clima pesado entre os partidos da base governista. E tudo indica que a queda de braço travada na última semana pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), com o governo, por conta a demissão do diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra Seca (Dnocs), poderá afastar ainda mais peemedebistas e petistas. De acordo com levantamento preliminar feito pelo presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), por enquanto, só há previsão de aliança entre seu partido e o PT em duas das 27 capitais do país: São Luís e Rio de Janeiro.
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— Em São Luís, nosso candidato desistiu da disputa e há uma perspectiva de nos aliarmos ao PT. No Rio, onde a aliança já existia e seria natural o apoio do PT à reeleição do prefeito Eduardo Paes, estamos tendo problemas — confirma Raupp.
A aliança entre o PT e PMDB no Rio, de fato, não é nada amistosa e vem sofrendo resistências de setores de ambos os partidos. Apesar do empenho do governador Sérgio Cabral para manter a união das duas legendas em favor da reeleição do peemedebista Paes, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) chegou a convocar um protesto no mês passado contra essa aliança.
A relação entre as duas legendas azedou ainda mais depois que o presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani, sinalizou que seu partido poderia não apoiar algumas candidaturas petistas no estado, como a do secretário estadual Roberto Neves ,em Niterói.
Temer não abre mão da candidatura de Chalita
A postura de Picciani provocou fortes reações entre os petistas, que lembram que o partido já se comprometeu a apoiar candidatos do PMDB em pelo menos 25 municípios do estado do Rio.
— Estamos colocando o PMDB como aliado e eles estão nos tratando como inimigos — desabafa o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
Em São Paulo, a situação é ainda pior. Sob o comando do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT considera estratégico para o partido a eleição do ex-ministro da Educação Fernando Haddad na capital paulista. O PMDB, por sua vez, resiste à pressão petista para que abra mão da candidatura própria. O vice-presidente, Michel Temer, já decretou que não há hipótese de o deputado Gabriel Chalita sair da disputa. Diante desse quadro, Lula começou a investir numa possível aliança com o PSD do prefeito Gilberto Kassab, a despeito das resistências internas dentro do PT.
Correndo por fora, os tucanos estão com prévias marcadas para o início de março, mas ainda não desistiram por completo de convencer o ex-governador José Serra a disputar a prefeitura paulista nas eleições deste ano, o que praticamente inviabilizaria a aliança dos petistas com Kassab — o atual prefeito já admitiu que só apoiaria o candidato do PSDB se ele for Serra
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
PMDB e PT não se entendem sobre alianças para eleições
BRASÍLIA - As alianças para a disputa municipal deste ano ainda estão em fase inicial de negociação, mas já é possível sentir o clima pesado entre os partidos da base governista. E tudo indica que a queda de braço travada na última semana pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), com o governo, por conta a demissão do diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra Seca (Dnocs), poderá afastar ainda mais peemedebistas e petistas. De acordo com levantamento preliminar feito pelo presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), por enquanto, só há previsão de aliança entre seu partido e o PT em duas das 27 capitais do país: São Luís e Rio de Janeiro.
- Em São Luís, nosso candidato desistiu da disputa e há uma perspectiva de nos aliarmos ao PT. No Rio, onde a aliança já existia e seria natural o apoio do PT à reeleição do prefeito Eduardo Paes, estamos tendo problemas - confirma Raupp.
A aliança entre o PT e PMDB no Rio, de fato, não é nada amistosa e vem sofrendo resistências de setores de ambos os partidos. Apesar do empenho do governador Sérgio Cabral para manter a união das duas legendas em favor da reeleição do peemedebista Paes, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) chegou a convocar um protesto no mês passado contra essa aliança.
A relação entre as duas legendas azedou ainda mais depois que o presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani, sinalizou que seu partido poderia não apoiar algumas candidaturas petistas no estado, como a do secretário estadual Roberto Neves ,em Niterói.
A postura de Picciani provocou fortes reações entre os petistas, que lembram que o partido já se comprometeu a apoiar candidatos do PMDB em pelo menos 25 municípios do estado do Rio.
- Estamos colocando o PMDB como aliado e eles estão nos tratando como inimigos - desabafa o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
Em São Paulo, a situação é ainda pior. Sob o comando do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT considera estratégico para o partido a eleição do ex-ministro da Educação Fernando Haddad na capital paulista. O PMDB, por sua vez, resiste à pressão petista para que abra mão da candidatura própria. O vice-presidente, Michel Temer, já decretou que não há hipótese de o deputado Gabriel Chalita sair da disputa. Diante desse quadro, Lula começou a investir numa possível aliança com o PSD do prefeito Gilberto Kassab, a despeito das resistências internas dentro do PT.
Correndo por fora, os tucanos estão com prévias marcadas para o início de março, mas ainda não desistiram por completo de convencer o ex-governador José Serra a disputar a prefeitura paulista nas eleições deste ano, o que praticamente inviabilizaria a aliança dos petistas com Kassab - o atual prefeito já admitiu que só apoiaria o candidato do PSDB se ele for Serra.
Fonte: Yahoo Notícis
- Em São Luís, nosso candidato desistiu da disputa e há uma perspectiva de nos aliarmos ao PT. No Rio, onde a aliança já existia e seria natural o apoio do PT à reeleição do prefeito Eduardo Paes, estamos tendo problemas - confirma Raupp.
A aliança entre o PT e PMDB no Rio, de fato, não é nada amistosa e vem sofrendo resistências de setores de ambos os partidos. Apesar do empenho do governador Sérgio Cabral para manter a união das duas legendas em favor da reeleição do peemedebista Paes, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) chegou a convocar um protesto no mês passado contra essa aliança.
A relação entre as duas legendas azedou ainda mais depois que o presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani, sinalizou que seu partido poderia não apoiar algumas candidaturas petistas no estado, como a do secretário estadual Roberto Neves ,em Niterói.
A postura de Picciani provocou fortes reações entre os petistas, que lembram que o partido já se comprometeu a apoiar candidatos do PMDB em pelo menos 25 municípios do estado do Rio.
- Estamos colocando o PMDB como aliado e eles estão nos tratando como inimigos - desabafa o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
Em São Paulo, a situação é ainda pior. Sob o comando do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT considera estratégico para o partido a eleição do ex-ministro da Educação Fernando Haddad na capital paulista. O PMDB, por sua vez, resiste à pressão petista para que abra mão da candidatura própria. O vice-presidente, Michel Temer, já decretou que não há hipótese de o deputado Gabriel Chalita sair da disputa. Diante desse quadro, Lula começou a investir numa possível aliança com o PSD do prefeito Gilberto Kassab, a despeito das resistências internas dentro do PT.
Correndo por fora, os tucanos estão com prévias marcadas para o início de março, mas ainda não desistiram por completo de convencer o ex-governador José Serra a disputar a prefeitura paulista nas eleições deste ano, o que praticamente inviabilizaria a aliança dos petistas com Kassab - o atual prefeito já admitiu que só apoiaria o candidato do PSDB se ele for Serra.
Fonte: Yahoo Notícis
domingo, 29 de janeiro de 2012
Mulher Pera pode ser Pré-Candidata a Prefeitura de São Paulo
Se as candidaturas de subcelebridades nas próximas eleições municipais de 2012 fossem um pomar, ia dar muita mulher-fruta. Pré-candidata a vereadora pela cidade de São Paulo, a Mulher Pera acredita que pode ser candidata a prefeita da maior cidade do País. "Eles disseram que é uma possibilidade, se não tiver alguém melhor."
Com estilo simples e direto, deseja ser uma militante da paz no trânsito. Antes no PTN e hoje filiada ao PT do B, Suellem Aline Mendes Silva, 24 anos, afirma que sua maior plataforma eleitoral será baseada em "entrevistas" com profissionais das estradas, como caminhoneiros e motoboys. Ela teve zero voto na eleição para candidato a deputado federal, por estar com o titulo de eleitor irregular. Quem quiser conhecer melhor suas propostas encontrá-la no Twitter: @mulherperareal ou no Facebook: "Mulher Pera Oficial".
Confira a íntegra da entrevista dela ao Terra:
Qual será sua plataforma?
Eu vou focar na paz no trânsito.
Mas como?
Vou fazer entrevistas com motoboys e caminhoneiros, para melhorar sua condição.
E que mais?
A violência contra a mulher, a Lei Maria da Penha, a gente não pode deixar de lado a questão da violência. Quando eu era criança, meu pai batia em mim, na minha mãe. A gente não pode aceitar que o agressor pague uma cesta básica e fique livre. Se for comprovada a agressão, tem que ter prisão. Hoje em dia eles estão matando. A mulher denuncia e o cara vai lá e mata.
Seu pai batia em você? Como foi isso?
Eu não cheguei a conhecer ele direito. Minha mãe me contou que quando eu tinha 5 anos ele foi embora. Meu pai era policial, fiquei sabendo por cima. Nem quis saber dele. Hoje parece que ele é delegado e tem outra família.
Quem convidou você para se filiar ao PT do B?
Eu não sei te falar quem me convidou. Meu agente Edy Lopes é quem cuidou disso.
Existem outras mulheres-fruta na mídia. Você não acha que o eleitor pode se confundir? Como você vai fazer para se destacar?
Não sei, vou estar focada neste lance de paz no trânsito e cada um é cada um.
Como você se define profissionalmente?
Eu sou cantora e dançarina e agora estou atacando de DJ.
O PT do B vai te lançar como candidata a prefeita?
Eles comentaram isso, há uma possibilidade. Se não acharem outro candidato mais forte, eles iam me colocar.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2012/noticias/0,,OI5421229-EI19136,00-Mulher+Pera+diz+que+pode+ser+candidata+a+prefeita+de+SP.html
A Importância Do Trabalho Em Equipe nos Partidos Políticos II
Mas o que é trabalho em equipe?
Suponha que você e mais duas pessoas estão trabalhando em uma plantação de feijão, onde cada um ganha o salário correspondente ao seu dia de trabalho. O trabalho funciona da seguinte maneira: em fila, você cava o buraco, o segundo joga a semente e o terceiro integrante tapa o buraco. Cada integrante deste grupo se preocupa apenas em realizar a sua tarefa, nada entendendo da importância do trabalho dos outros, "é cada um por si".
Um certo dia o segundo membro da equipe faltou ao trabalho por motivo de saúde, porém a atividade continuou, pois cada um recebia o salário correspondente ao seu dia de trabalho e eles sabiam muito bem qual era sua responsabilidade, sem a necessidade de um líder para orientá-los. Você cavava o buraco, o segundo não jogou a semente (pois havia faltado), mas o terceiro tapava o buraco e assim prossegue o dia inteiro...
Na política existe o primeiro escalão (que fazem os acordos nacionais), o segundo escalão (os executivos do partido), o terceiro escalão ( pré-candidatos) e o quarto escalão (os filiados). Se cada escalão não fizer seu trabalho, não se chega ao objetivo traçado.
Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. Se no exemplo anterior você e os demais integrantes do grupo trabalhassem como equipe, conhecendo a importância do trabalho de cada membro, tendo uma visão e objetivos comuns, certamente vocês diriam: "nosso colega faltou, vamos ter que substituí-lo ou mudar o modo como estamos plantando, se não nosso trabalho será improdutivo". Na política é a mesma coisa, não se pode subestimar um companheiro de partido, todos devem entender para onde vai o barco para que ninguém o abandone no meio do caminho.
Toda equipe é um grupo, porém... nem todo grupo é uma equipe. (Carlos Basso, sócio-diretor da Consultoria CR Basso)
Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. No entanto esse grupo não é uma equipe. Pois, equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas.
Grupo são todas as pessoas que vão ao cinema para assistir ao mesmo filme. Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao filme. Já equipe pode ser o elenco do filme: Todos trabalham juntos para atingir uma meta específica, que é fazer um bom trabalho, um bom filme.
Se quer ser um vencedor frequente grupos, mas quando o assunto é trabalho, monte equipes.
Bibliografia: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/a-importancia-do-trabalho-em-equipe-534401.html - Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva
Suponha que você e mais duas pessoas estão trabalhando em uma plantação de feijão, onde cada um ganha o salário correspondente ao seu dia de trabalho. O trabalho funciona da seguinte maneira: em fila, você cava o buraco, o segundo joga a semente e o terceiro integrante tapa o buraco. Cada integrante deste grupo se preocupa apenas em realizar a sua tarefa, nada entendendo da importância do trabalho dos outros, "é cada um por si".
Um certo dia o segundo membro da equipe faltou ao trabalho por motivo de saúde, porém a atividade continuou, pois cada um recebia o salário correspondente ao seu dia de trabalho e eles sabiam muito bem qual era sua responsabilidade, sem a necessidade de um líder para orientá-los. Você cavava o buraco, o segundo não jogou a semente (pois havia faltado), mas o terceiro tapava o buraco e assim prossegue o dia inteiro...
Na política existe o primeiro escalão (que fazem os acordos nacionais), o segundo escalão (os executivos do partido), o terceiro escalão ( pré-candidatos) e o quarto escalão (os filiados). Se cada escalão não fizer seu trabalho, não se chega ao objetivo traçado.
Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. Se no exemplo anterior você e os demais integrantes do grupo trabalhassem como equipe, conhecendo a importância do trabalho de cada membro, tendo uma visão e objetivos comuns, certamente vocês diriam: "nosso colega faltou, vamos ter que substituí-lo ou mudar o modo como estamos plantando, se não nosso trabalho será improdutivo". Na política é a mesma coisa, não se pode subestimar um companheiro de partido, todos devem entender para onde vai o barco para que ninguém o abandone no meio do caminho.
Toda equipe é um grupo, porém... nem todo grupo é uma equipe. (Carlos Basso, sócio-diretor da Consultoria CR Basso)
Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. No entanto esse grupo não é uma equipe. Pois, equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas.
Grupo são todas as pessoas que vão ao cinema para assistir ao mesmo filme. Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao filme. Já equipe pode ser o elenco do filme: Todos trabalham juntos para atingir uma meta específica, que é fazer um bom trabalho, um bom filme.
Se quer ser um vencedor frequente grupos, mas quando o assunto é trabalho, monte equipes.
Bibliografia: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/a-importancia-do-trabalho-em-equipe-534401.html - Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva
A Importância Do Trabalho Em Equipe nos Partidos Políticos I
O psicólogo Abraham Maslow constatou que os indivíduos têm diversas necessidades, com diferentes forças. Sabemos que necessitamos de alimento, de abrigo, pagar nossas contas, de segurança no emprego, etc., mas também de nos relacionar com os outros e de sermos aceitos por eles. Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça. Na Política não é diferente, apesar de cada político ter o dever de atuar publicamente para o interesse coletivo, muitos buscam interesses próprios (esses, nos dias atuais têm seu tempo de vida mais curto que os honestos).
Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, o que pode contribuir para melhorar nosso desempenho. Sabemos que é muito difícil estar num partido político, ser pré-candidato e ter que colaborar com a campanha de um adversário nas urnas, mas isso é possível sim, principalmente se o espírito imbuído de qualquer pré-candidato for o de EQUIPE.
Há... coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias: as formigas, criaturas sem força, todavia no verão preparam a sua comida... os gafanhotos não tem rei, porém todos saem, e em bandos se repartem (Provérbios 30:24-27). Mas para a realização das tarefas é necessário extrema obediência a hierarquia, compromisso com o objetivo do grupo, rigorosa disciplina, persistência e principalmente paciência, pois como a política é muito dinâmica, nada como um dia atrás do outro.
Quando falamos em trabalho em equipe, logo nos lembramos das formigas e dos gafanhotos, seres tão pequenos, mas que dão um grande exemplo de união, força e auto-gerenciamento. Um partido unido possui energia para enfrentar batalhas, mas um partido "partido" não gera confiança e muito menos força de trabalho.
Bibliografia: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/a-importancia-do-trabalho-em-equipe-534401.html - Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva
Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, o que pode contribuir para melhorar nosso desempenho. Sabemos que é muito difícil estar num partido político, ser pré-candidato e ter que colaborar com a campanha de um adversário nas urnas, mas isso é possível sim, principalmente se o espírito imbuído de qualquer pré-candidato for o de EQUIPE.
Há... coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias: as formigas, criaturas sem força, todavia no verão preparam a sua comida... os gafanhotos não tem rei, porém todos saem, e em bandos se repartem (Provérbios 30:24-27). Mas para a realização das tarefas é necessário extrema obediência a hierarquia, compromisso com o objetivo do grupo, rigorosa disciplina, persistência e principalmente paciência, pois como a política é muito dinâmica, nada como um dia atrás do outro.
Quando falamos em trabalho em equipe, logo nos lembramos das formigas e dos gafanhotos, seres tão pequenos, mas que dão um grande exemplo de união, força e auto-gerenciamento. Um partido unido possui energia para enfrentar batalhas, mas um partido "partido" não gera confiança e muito menos força de trabalho.
Bibliografia: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/a-importancia-do-trabalho-em-equipe-534401.html - Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva
sábado, 28 de janeiro de 2012
Brincadeira do que é o que é ou quem é o que é
O que é, o que é ?
Ou,
Quem é ou quem é ?
Quem é inelegível, mas é pré-candidato ?
Quem é Pré-Candidata, de um partido que não a deixa ser pré-candidata ?
Quem estão separados mas estão juntos ?
Quem é que está ARLI em primeiro lugar nas pesquisas ?
Quem é que governa para o povo adora lula e não consegue trabalhar?
Ou,
Quem é ou quem é ?
Quem é inelegível, mas é pré-candidato ?
Quem é Pré-Candidata, de um partido que não a deixa ser pré-candidata ?
Quem estão separados mas estão juntos ?
Quem é que está ARLI em primeiro lugar nas pesquisas ?
Quem é que governa para o povo adora lula e não consegue trabalhar?
Diálogo - Avança em Maricá virose do riso
A ambulância chegou às pressas com um paciente com um novo sintoma: a virose do riso.
O paciente não parava de rir. O atendente ficou impressionado com os sintomas.
Quando o paciente chegou o atendente perguntou, o Sr. Está bem ?
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..
O Atendente - O Sr. está no hospital de Maricá !
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..
O Atendente - O Sr. em breve será atendido !
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..
O Atendente - O que o Sr. está sentindo ?
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..Estou rindo para não chorar!
QuaQua.. QuaQua QuaQua.. Você acha que eu vou acreditar!
QuaQua.. QuaQua QuaQua.. Em estória do Patinho Feio!
QuaQua.. QuaQua QuaQua..Bua...Bua...Bua... Eu não vi o cisne até agora.
O paciente não parava de rir. O atendente ficou impressionado com os sintomas.
Quando o paciente chegou o atendente perguntou, o Sr. Está bem ?
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..
O Atendente - O Sr. está no hospital de Maricá !
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..
O Atendente - O Sr. em breve será atendido !
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..
O Atendente - O que o Sr. está sentindo ?
O paciente - QuaQua.. QuaQua QuaQua.. QuaQua..Estou rindo para não chorar!
QuaQua.. QuaQua QuaQua.. Você acha que eu vou acreditar!
QuaQua.. QuaQua QuaQua.. Em estória do Patinho Feio!
QuaQua.. QuaQua QuaQua..Bua...Bua...Bua... Eu não vi o cisne até agora.
O turista e o Maricaense - O diálogo
O Turista - Bom dia meu amigo, estou chegando em Maricá e ví que aqui tem belas praias. Como faço para chegar na mais próxima. O mar é Calmo ?
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim... A Prefeitura aqui é ótima, né, vi na propaganda ?
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim...As lagoas são belas e limpas ?
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim... E o carnaval vi também que...
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim...Mas aqui não tem nada bom ?
O Maricaense - Sim. O(a) próximo(a) prefeito(a).
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim... A Prefeitura aqui é ótima, né, vi na propaganda ?
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim...As lagoas são belas e limpas ?
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim... E o carnaval vi também que...
O Maricaense - Não.
O Turista - Ah! Sim...Mas aqui não tem nada bom ?
O Maricaense - Sim. O(a) próximo(a) prefeito(a).
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Rafael Picciani deixou claro que PMDB e PT iriam caminhar juntos
TVC publicou denúncias gravíssimas sobre o governo atual de Quaqua e o antigo de Ricardo Queirós. No texto da publicação surgiram confirmações que o PT e o PMDB caminharão juntos, veja:
"Tiago: Antes de falar sobre o relatório da CGU Cantarelle gostaria de explicar a população de Maricá até mesmo para que possam fazer suas avaliações à questão do PMDB aqui em Maricá veja o Presidente do PMDB de Maricá é Ricardo Queiroz, temos JORGE CASTOR que é vereador foi líder do governo na Câmara, hoje ocupando a Secretária de Ação Social, temos LUIS CARLOS (CARINHA) que foi Secretário de Fazenda do governo Ricardo Queiroz, ocupando hoje é Secretário do ISSM, diversos membros da Executiva do PMDB estão fazendo parte do governo, ROBSON DUTRA
votando todas as matérias a favor do governo inclusive votando contra a sua própria emenda seguindo a bancada governista, todas estas situações não deixa dúvidas que tudo não passa de uma grande articulação, o próprio prefeito não deixou dúvidas em declarações que deu a imprensa onde seu vice sairia da indicação do PMDB.
Rafael Picciani deixou claro que PMDB e PT iriam caminhar juntos.
Tiago fala do seu encontro com Rafael Picciani onde ficou claro que PMDB e PT iriam caminhar junto nessa empreitada porque o acordo foi feito a nível nacional sendo assim a Executiva Estadual iria seguir o acordo feito, devido à grande rejeição do governo do PT em Maricá faz o PMDB ficar mais devagar no sentido de fazer uma exposição maior, mais é certo que o acordo é a nível nacional."
Fonte: TVC - http://tvcopacabana.com/novo/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=5207
"Tiago: Antes de falar sobre o relatório da CGU Cantarelle gostaria de explicar a população de Maricá até mesmo para que possam fazer suas avaliações à questão do PMDB aqui em Maricá veja o Presidente do PMDB de Maricá é Ricardo Queiroz, temos JORGE CASTOR que é vereador foi líder do governo na Câmara, hoje ocupando a Secretária de Ação Social, temos LUIS CARLOS (CARINHA) que foi Secretário de Fazenda do governo Ricardo Queiroz, ocupando hoje é Secretário do ISSM, diversos membros da Executiva do PMDB estão fazendo parte do governo, ROBSON DUTRA
votando todas as matérias a favor do governo inclusive votando contra a sua própria emenda seguindo a bancada governista, todas estas situações não deixa dúvidas que tudo não passa de uma grande articulação, o próprio prefeito não deixou dúvidas em declarações que deu a imprensa onde seu vice sairia da indicação do PMDB.
Rafael Picciani deixou claro que PMDB e PT iriam caminhar juntos.
Tiago fala do seu encontro com Rafael Picciani onde ficou claro que PMDB e PT iriam caminhar junto nessa empreitada porque o acordo foi feito a nível nacional sendo assim a Executiva Estadual iria seguir o acordo feito, devido à grande rejeição do governo do PT em Maricá faz o PMDB ficar mais devagar no sentido de fazer uma exposição maior, mais é certo que o acordo é a nível nacional."
Fonte: TVC - http://tvcopacabana.com/novo/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=5207
A Pré-Candidata a Prefeitura de Maricá Rosana Duran foi recebida pela Igreja da Assembléia de Deus de São José
Rosana Duran foi recebida pelo Pastor Carlos da Igreja da Assembléia de Deus de São José. Estavam presentes ainda os Pastores Zildo,Gesiel, Claudio Thomás e o Pré-Candidato a Vereador Sergio Couto.
A Pré-Candidata Rosana Duran é recebida pela Igreja Assembléia de Deus em Itaipuaçú
A Pré-Candidata Rosana Duran foi recebida pela Igreja Assembléia de Deus em Itaipuaçú onde os Pastor Josiel celebrou culto.
A Pré-Candidata Rosana Duran foi recebida pelo Pastor Allan de Itaipuaçu
A Pré-Candidata Rosana Duran foi recebida pelo Pastor Allan de Itaipuaçu que proferiu um belo culto, dirigindo suas sábias palavras para um público de quase 60 fiéis. O Jovem Pastor Allan promete ser um dos grandes divulgadores da palavra de Deus.
Rosana Duran recebe homenagem da Igreja Assembléia de Deus de Inoã
A Pré-Candidata a Prefeitura de Maricá Rosana Duran recebeu homenagem da Igreja Assembléia de Deus de Inoã. Na foto um abraço do Pastor Capelão Claudio Thomás.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Maria Aparecida Panisset (Prefeita de São Gonçalo) e Rosana Duran (Pré-Candidata a Prefeitura de Maricá) se encontram no Culto em Ações de Graça da Prefeita
No dia 23 de Janeiro, Segunda Feira, Maria Aparecida Panisset (Prefeita de São Gonçalo) e Rosana Duran (Pré-Candidata a Prefeitura de Maricá) se encontram no Culto em Ações de Graça da Prefeita. Trocaram um forte abraço. Aparecida Panisset lembrou-se de quando Rosana era Presidente do PTB e fez um discurso de agradecimento e apoio a Prefeita. Rosana disse que Panisset é um grande exemplo de mulher e administradora e que a presença de Deus na Prefeitura de São Gonçalo faz a diferença nas realizações.
Maria Aparecida Panisset e Rosana Duran
Maria Aparecida Panisset e Rosana Duran
domingo, 22 de janeiro de 2012
Fotos do carro baleado de Rosana Duran foram divulgadas
Rosana Duran divulga as fotos do veículo baleado.
(veja como o projetil foi desviado ao bater no limpador)
Vide:http://ojogodapolitica.blogspot.com/2011/12/rosana-duran-pre-candidata-prefeitura.html
Os Pré-Candidatos Rosana Duran e Arli se encontraram
A Pré-Candidata a Prefeitura de Maricá Rosana Duran (PSL) e Arli,Presidente do PTN,se encontraram para discutirem sobre problemas sociais e soluções para a cidade de Maricá.
sábado, 21 de janeiro de 2012
O jogo sujo da política
Filiados, pré-candidatos, presidentes de municipais e regionais, executivos de partidos, em quem confiar ?
O filiado acredita que está num partido sério, os pré-candidatos sonham que vão ter apoio do partido e que suas candidaturas são reais, o presidente da municipal é orquestrado pela regional e o presidente da nacional finge que nada está acontecendo.
A convenção serve para homologar os acordos anteriormente firmados (negociatas) que poucos conhecem, até porque se muitos soubessem, a maioria já teria pedido a desfiliação. O nosso país não é um país sério e seus bastidores políticos originam a canalhice e a falta de palavra dos corruptos. Aliás está explicado porque na política os contratos são verbais, não se cumpre, o político brasileiro não tem palavra.
Os executivos e presidentes de partidos brincam com as vidas dos filiados e pré-candidatos, vendem seus partidos por acordos futuros, como por exemplo secretarias de prefeituras.
O tempo passa, a pouca vergonha continua, o povo vira gado sem pasto dos pecuaristas ordinários da política.
"Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim... "
O povo não trai a pátria, mas os políticos traem o povo.
Amém.
Sergio Couto
O filiado acredita que está num partido sério, os pré-candidatos sonham que vão ter apoio do partido e que suas candidaturas são reais, o presidente da municipal é orquestrado pela regional e o presidente da nacional finge que nada está acontecendo.
A convenção serve para homologar os acordos anteriormente firmados (negociatas) que poucos conhecem, até porque se muitos soubessem, a maioria já teria pedido a desfiliação. O nosso país não é um país sério e seus bastidores políticos originam a canalhice e a falta de palavra dos corruptos. Aliás está explicado porque na política os contratos são verbais, não se cumpre, o político brasileiro não tem palavra.
Os executivos e presidentes de partidos brincam com as vidas dos filiados e pré-candidatos, vendem seus partidos por acordos futuros, como por exemplo secretarias de prefeituras.
O tempo passa, a pouca vergonha continua, o povo vira gado sem pasto dos pecuaristas ordinários da política.
"Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim... "
O povo não trai a pátria, mas os políticos traem o povo.
Amém.
Sergio Couto
Rosana Duran e Sergio Couto terminam o curso de capelão
Rosana Duran e Sergio Couto terminaram sexta feira, dia 20, o curso de Capelania. Para quem não sabe o capelão é o sacerdote, pastor e ou padre, a quem se confia de modo estável o cuidado pastoral, ao menos parcial, de alguma comunidade ou grupo peculiar de fiéis. O Capelão atualmente pode se dedicar a segmentos como por exemplo hospitalar, escolar, prisional, militar, empresarial e civil. Atualmente não há necessidade do Capelão ser padre ou pastor, mas deve ser uma pessoa que leve a palavra de Deus independente da bandeira religiosa.
Como surgiu o Capelão
A história da origem de Capelania segue diferentes caminhos. A
Encyclopaedia Britanica (em inglês), registra o que resumimos a seguir:
Na França costumava-se levar uma relíquia de capela ou oratório de
São Martin de Tours, preservada pelo rei da França, para o acampamento
militar, em tempos de guerra. A relíquia era posta numa tenda especial que
levava o nome de capela. Um sacerdote era mantido para o ofício religioso
e aconselhamento.
A ideia progrediu e mesmo em tempo de paz, a capela continuava no
reino, sempre com um sacerdote que era o conselheiro. O costume passou
a ser observado também em Roma.
Em 1789, esse ofício foi abolido na França, mas restabelecido em
1857, pelo Papa Pio IX. À esta altura, o sacerdote que tomava conta da capela, que era chamado capelão, passava a ser o líder espiritual do Soberano
Rei e de seus representantes.
A Formatura
A formatura será realizada dia 27 de janeiro de 2012, às 18:00 na Câmara Municipal de Maricá.
Como surgiu o Capelão
A história da origem de Capelania segue diferentes caminhos. A
Encyclopaedia Britanica (em inglês), registra o que resumimos a seguir:
Na França costumava-se levar uma relíquia de capela ou oratório de
São Martin de Tours, preservada pelo rei da França, para o acampamento
militar, em tempos de guerra. A relíquia era posta numa tenda especial que
levava o nome de capela. Um sacerdote era mantido para o ofício religioso
e aconselhamento.
A ideia progrediu e mesmo em tempo de paz, a capela continuava no
reino, sempre com um sacerdote que era o conselheiro. O costume passou
a ser observado também em Roma.
Em 1789, esse ofício foi abolido na França, mas restabelecido em
1857, pelo Papa Pio IX. À esta altura, o sacerdote que tomava conta da capela, que era chamado capelão, passava a ser o líder espiritual do Soberano
Rei e de seus representantes.
A Formatura
A formatura será realizada dia 27 de janeiro de 2012, às 18:00 na Câmara Municipal de Maricá.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Crise com PMDB leva PT do Rio a buscar Diretório Nacional
Diante da crise com o PMDB do Rio, o presidente do PT fluminense, Jorge Florêncio, vai se reunir com o presidente nacional do partido, Rui Falcão, na próxima terça-feira para tratar dos desentendimentos com o principal aliado. Enquanto o PT vai apoiar pelo menos 20 candidatos peemedebistas nas eleições de outubro, a sigla do governador Sérgio Cabral fará campanha para apenas quatro petistas que tentarão vaga no Executivo.
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Molon organiza ato de repúdio à aliança PT-PMDB no Rio
Rodrigo Neves se consolida na disputa interna do PT
O encontro foi solicitado por Florêncio, que vai passar um panorama geral das eleições municipais no estado:
- Vou levar a questão da crise a ele, para a gente buscar uma solução.
Segundo Florêncio, Rui Falcão pode interferir nas discussões para apaziguar os ânimos:
- Ele tem esse papel de entrar no jogo, conversar com o presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp, com o governador Sérgio Cabral e com o presidente do PMDB no Rio, Jorge Picciani.
O estopim para o descontentamento foi a decisão do PMDB de apoiar em Niterói a reeleição de Jorge Roberto Silveira (PDT) e não a candidatura do PT, disputada ainda entre o secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Neves, e o deputado Chico D’Ângelo.
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
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Rodrigo Neves se consolida na disputa interna do PT
O encontro foi solicitado por Florêncio, que vai passar um panorama geral das eleições municipais no estado:
- Vou levar a questão da crise a ele, para a gente buscar uma solução.
Segundo Florêncio, Rui Falcão pode interferir nas discussões para apaziguar os ânimos:
- Ele tem esse papel de entrar no jogo, conversar com o presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp, com o governador Sérgio Cabral e com o presidente do PMDB no Rio, Jorge Picciani.
O estopim para o descontentamento foi a decisão do PMDB de apoiar em Niterói a reeleição de Jorge Roberto Silveira (PDT) e não a candidatura do PT, disputada ainda entre o secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Neves, e o deputado Chico D’Ângelo.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Mal-estar entre PT e PMDB favorece PR de Garotinho
Rio - Enquanto o PT ameaça rever suas alianças com o PMDB para as eleições municipais de outubro, inusitadamente o PR, presidido no Rio pelo ex-governador Anthony Garotinho, discute apoiar candidatos peemedebistas em duas cidades do estado. Os acordos podem sair em Angra dos Reis e Nova Iguaçu, contrariando a tendência dos outros 90 municípios.
Secretário-geral do PR-RJ, Fernando Peregrino confirma as negociações e diz que o estremecimento na base aliada, gerado após entrevista do presidente Jorge Picciani (PMDB-RJ) publicada domingo por O DIA, pode favorecer os partidos de oposição.
>> INFORME DO DIA: PR namora PPS
“A divergência entre eles facilita o PR como líder de um grupo de oposição. Mas não sei até que ponto o (senador do PT) Lindbergh (Farias) e o grupo dele estão dispostos a levar isso adiante”, avalia Peregrino.
Em Nova Iguaçu, a vereadora Maria Nicolasina Guimarães (PR) está cotada para vice de Nelson Bornier (PMDB). Mas o DEM ainda pressiona o PR a apoiar o pré-candidato Rogério Lisboa.
Em Angra dos Reis, se confirmada a candidatura de Fernando Jordão (PMDB), Aurélio Marques (PR) deve se unir à chapa para derrotar justamente a pré-candidata do PT, Conceição Rabha. Jordão possui boas relações com a família Garotinho, o que facilita o entendimento. E Picciani sinalizou que o PMDB não deverá apoiar o atual prefeito, Tuca Jordão, que está afastado do cargo por licença de saúde.
“Em princípio, o PMDB não é nosso aliado. Queremos lutar contra uma política nefasta no estado e em muitos municípios conduzidos por eles. Casos eventuais passarão por um crivo rigoroso do partido”, frisa Peregrino. O dirigente do PR assinala, porém, que “a política local nem sempre segue matematicamente a política estadual”.
Ministro confirma apoio a Jorge
O apoio declarado por Picciani à reeleição do prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (PDT), recebeu um sinal favorável nesta terça-feira do ministro Moreira Franco (PMDB), da Secretaria de Assuntos Estratégicos, que já governou a cidade. “Estamos na base, apoiando o governo, e iremos continuar. Vamos bater o martelo depois (do Carnaval), o natural será isso (apoiar Jorge Roberto)”, disse.
O PT cobra em Niterói uma contrapartida do PMDB para a reeleição de Eduardo Paes no Rio, com indicação do vereador Adilson Pires para vice.
POR ANDRÉ ZAHAR
Secretário-geral do PR-RJ, Fernando Peregrino confirma as negociações e diz que o estremecimento na base aliada, gerado após entrevista do presidente Jorge Picciani (PMDB-RJ) publicada domingo por O DIA, pode favorecer os partidos de oposição.
>> INFORME DO DIA: PR namora PPS
“A divergência entre eles facilita o PR como líder de um grupo de oposição. Mas não sei até que ponto o (senador do PT) Lindbergh (Farias) e o grupo dele estão dispostos a levar isso adiante”, avalia Peregrino.
Em Nova Iguaçu, a vereadora Maria Nicolasina Guimarães (PR) está cotada para vice de Nelson Bornier (PMDB). Mas o DEM ainda pressiona o PR a apoiar o pré-candidato Rogério Lisboa.
Em Angra dos Reis, se confirmada a candidatura de Fernando Jordão (PMDB), Aurélio Marques (PR) deve se unir à chapa para derrotar justamente a pré-candidata do PT, Conceição Rabha. Jordão possui boas relações com a família Garotinho, o que facilita o entendimento. E Picciani sinalizou que o PMDB não deverá apoiar o atual prefeito, Tuca Jordão, que está afastado do cargo por licença de saúde.
“Em princípio, o PMDB não é nosso aliado. Queremos lutar contra uma política nefasta no estado e em muitos municípios conduzidos por eles. Casos eventuais passarão por um crivo rigoroso do partido”, frisa Peregrino. O dirigente do PR assinala, porém, que “a política local nem sempre segue matematicamente a política estadual”.
Ministro confirma apoio a Jorge
O apoio declarado por Picciani à reeleição do prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (PDT), recebeu um sinal favorável nesta terça-feira do ministro Moreira Franco (PMDB), da Secretaria de Assuntos Estratégicos, que já governou a cidade. “Estamos na base, apoiando o governo, e iremos continuar. Vamos bater o martelo depois (do Carnaval), o natural será isso (apoiar Jorge Roberto)”, disse.
O PT cobra em Niterói uma contrapartida do PMDB para a reeleição de Eduardo Paes no Rio, com indicação do vereador Adilson Pires para vice.
POR ANDRÉ ZAHAR
PT vai exigir compromisso de Cabral e Paes com aliança e não abre mão de Maricá
Presidente nacional do partido vai chamar peemedebistas para cobrar apoio no Rio
Rio – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, decidiu nesta terça-feira convidar o governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, ambos do PMDB, para conversar sobre as alianças nas eleições municipais no Estado do Rio, em outubro. A expectativa é que os dois intervenham para garantir a coligação em cinco municípios considerados prioritários pelo PT.
Falcão entra em cena para tentar amenizar a tensão entre os dois partidos, que foi gerada por entrevista do presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, publicada no dia 8 em O DIA. O peemedebista afirmou que o apoio do PMDB a candidatos petistas no estado não estava garantido mesmo com a aliança dos dois partidos amarrada na capital — Eduardo Paes, na cabeça, com o vereador petista Adilson Pires como vice. O PT não descarta romper o acordo para a reeleição de Paes.
Aliança nacional
A decisão de Falcão foi anunciada nesta terça-feira, quando ele se reuniu em São Paulo com o presidente do PT-RJ, Jorge Florêncio, e o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
A principal discórdia ocorre por causa de Niterói. Picciani declarou apoio à reeleição de Jorge Roberto Silveira (PDT), rechaçando o nome do secretário estadual de Assistência Social e pré-candidato Rodrigo Neves (PT).
O PT também cobra o respaldo do PMDB à reeleição dos prefeitos de Maricá (Washington Quaquá), Petrópolis (Paulo Mustrangi), Belford Roxo (Alcides Rolim) e Mesquita (Artur Messias).
Ao justificar a interferência da direção nacional do PT, Florêncio lembrou da aliança entre os dois partidos nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff: “Estamos apoiando em várias cidades o PMDB. Em algumas, ele deve nos apoiar.” Ontem (terça-feira) o deputado federal Edson Santos (PT-RJ) se reuniu com Adilson Pires. “A aliança (na capital) está mantida”, garantiu.
Candidato em Niterói sairá em fevereiro
Em Niterói, o PT fará encontro no fim de fevereiro para decidir seu candidato a prefeito. Além de Neves, o deputado federal Chico D’Angelo briga pela indicação na chapa.
Na segunda-feira, Neves se encontrou com o presidente do diretório municipal do PMDB, Heitor de Souza. “Compartilhamos análises sobre os pronunciamentos (de Picciani). As relações locais vão muito bem”, diz o vereador Waldeck Carneiro, que participou do encontro.
As assessorias de imprensa de Cabral e Paes disseram que eles não falariam ontem sobre o atrito entre PT e PMDB.
Fonte: POR ANDRÉ ZAHAR O Dia
Rio – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, decidiu nesta terça-feira convidar o governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, ambos do PMDB, para conversar sobre as alianças nas eleições municipais no Estado do Rio, em outubro. A expectativa é que os dois intervenham para garantir a coligação em cinco municípios considerados prioritários pelo PT.
Falcão entra em cena para tentar amenizar a tensão entre os dois partidos, que foi gerada por entrevista do presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, publicada no dia 8 em O DIA. O peemedebista afirmou que o apoio do PMDB a candidatos petistas no estado não estava garantido mesmo com a aliança dos dois partidos amarrada na capital — Eduardo Paes, na cabeça, com o vereador petista Adilson Pires como vice. O PT não descarta romper o acordo para a reeleição de Paes.
Aliança nacional
A decisão de Falcão foi anunciada nesta terça-feira, quando ele se reuniu em São Paulo com o presidente do PT-RJ, Jorge Florêncio, e o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
A principal discórdia ocorre por causa de Niterói. Picciani declarou apoio à reeleição de Jorge Roberto Silveira (PDT), rechaçando o nome do secretário estadual de Assistência Social e pré-candidato Rodrigo Neves (PT).
O PT também cobra o respaldo do PMDB à reeleição dos prefeitos de Maricá (Washington Quaquá), Petrópolis (Paulo Mustrangi), Belford Roxo (Alcides Rolim) e Mesquita (Artur Messias).
Ao justificar a interferência da direção nacional do PT, Florêncio lembrou da aliança entre os dois partidos nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff: “Estamos apoiando em várias cidades o PMDB. Em algumas, ele deve nos apoiar.” Ontem (terça-feira) o deputado federal Edson Santos (PT-RJ) se reuniu com Adilson Pires. “A aliança (na capital) está mantida”, garantiu.
Candidato em Niterói sairá em fevereiro
Em Niterói, o PT fará encontro no fim de fevereiro para decidir seu candidato a prefeito. Além de Neves, o deputado federal Chico D’Angelo briga pela indicação na chapa.
Na segunda-feira, Neves se encontrou com o presidente do diretório municipal do PMDB, Heitor de Souza. “Compartilhamos análises sobre os pronunciamentos (de Picciani). As relações locais vão muito bem”, diz o vereador Waldeck Carneiro, que participou do encontro.
As assessorias de imprensa de Cabral e Paes disseram que eles não falariam ontem sobre o atrito entre PT e PMDB.
Fonte: POR ANDRÉ ZAHAR O Dia
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
PT e PMDB em Maricá ? Quem mais?
A aliança entre PT e PMDB frustrará a população de Maricá.
Várias pesquisas e citações durante o ano de 2010 demonstravam a insatisfação da população com o Governo do PT em Maricá, chegando ao patamar de até 85% de rejeição.
A rejeição do governo Quaquá criou a ilusão de que o antigo prefeito o Sr. Ricardo Queiroz poderia ser o salvador da pátria, mas no final de seu governo também atingiu elevadíssima pontuação de rejeição. É parece que se realmente o PT caminhar com o PMDB, materializa-se o fim da campanha Queiroz.
Quem mais estará disputando essas eleições ?
Os "Estamos Juntos", vários pré-candidatos de vários partidos esperam ter votação significativa. "Os amigos de Maricá"também sonham com votação expressiva. Outros partidos ainda buscam a conquista de um espaço.
Correndo por fora tem um nome ficha limpa, Rosana Duran, vem lutando, principalmente com a força dos evangélicos que prometem levantar as águas das lagoas de Maricá para com seu povo passar.
Essas eleições de 2012 traz como novidade, a participação de uma mulher pleiteando o Executivo.
Várias pesquisas e citações durante o ano de 2010 demonstravam a insatisfação da população com o Governo do PT em Maricá, chegando ao patamar de até 85% de rejeição.
A rejeição do governo Quaquá criou a ilusão de que o antigo prefeito o Sr. Ricardo Queiroz poderia ser o salvador da pátria, mas no final de seu governo também atingiu elevadíssima pontuação de rejeição. É parece que se realmente o PT caminhar com o PMDB, materializa-se o fim da campanha Queiroz.
Quem mais estará disputando essas eleições ?
Os "Estamos Juntos", vários pré-candidatos de vários partidos esperam ter votação significativa. "Os amigos de Maricá"também sonham com votação expressiva. Outros partidos ainda buscam a conquista de um espaço.
Correndo por fora tem um nome ficha limpa, Rosana Duran, vem lutando, principalmente com a força dos evangélicos que prometem levantar as águas das lagoas de Maricá para com seu povo passar.
Essas eleições de 2012 traz como novidade, a participação de uma mulher pleiteando o Executivo.
PT chama o síndico para cuidar do PMDB
Petista leva mal-estar com aliado a reunião com presidente nacional do partido em SP
POR ROZANE MONTEIRO
Rio - Está marcada para hoje, às 15h, em São Paulo, reunião do presidente do PT-RJ, Jorge Florêncio de Oliveira, com o presidente nacional do partido, Rui Falcão, para tratar das alianças com o PMDB no Estado do Rio de Janeiro com vistas às eleições municipais de outubro. O item principal da pauta será o mal-estar que se instalou na relação dos dois partidos — aliados na capital — desde que o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, afirmou, em entrevista a O DIA, que o apoio de peemedebistas a candidatos do PT pelo Estado não está garantido.
“Precisamos aprofundar os interesses do PT no (Estado do) Rio e precisamos ampliar essa discussão para ver o que pensam o governador (Sérgio Cabral) e o prefeito (Eduardo Paes)”, afirmou ontem Jorge Florêncio.
O presidente regional do PT vai levar para a reunião cópia da entrevista de Picciani, publicada dia 8, e da que foi concedida pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), publicada no domingo — “Não vamos aceitar apontarem arma contra nós”, afirmou o petista, em reação a Picciani.
O dirigente regional do PT também vai discutir com Falcão uma estratégia para ‘lembrar’ ao partido de Cabral e de Paes que há uma “aliança em nível nacional (Dilma Rousseff-Michel Temer)” e que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre destinou ao PMDB “um tratamento privilegiado, o que não é pouca coisa”, disse.
A tensão entre os dois partidos foi assunto na reunião que o PT-RJ fez na noite desta segunda-feira, no Rio. O grupo do deputado federal Alessandro Molon voltou a defender candidatura própria para a Prefeitura do Rio.
Colaborou Aurélio Gimenez
Fonte: Dia On Line
POR ROZANE MONTEIRO
Rio - Está marcada para hoje, às 15h, em São Paulo, reunião do presidente do PT-RJ, Jorge Florêncio de Oliveira, com o presidente nacional do partido, Rui Falcão, para tratar das alianças com o PMDB no Estado do Rio de Janeiro com vistas às eleições municipais de outubro. O item principal da pauta será o mal-estar que se instalou na relação dos dois partidos — aliados na capital — desde que o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, afirmou, em entrevista a O DIA, que o apoio de peemedebistas a candidatos do PT pelo Estado não está garantido.
“Precisamos aprofundar os interesses do PT no (Estado do) Rio e precisamos ampliar essa discussão para ver o que pensam o governador (Sérgio Cabral) e o prefeito (Eduardo Paes)”, afirmou ontem Jorge Florêncio.
O presidente regional do PT vai levar para a reunião cópia da entrevista de Picciani, publicada dia 8, e da que foi concedida pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), publicada no domingo — “Não vamos aceitar apontarem arma contra nós”, afirmou o petista, em reação a Picciani.
O dirigente regional do PT também vai discutir com Falcão uma estratégia para ‘lembrar’ ao partido de Cabral e de Paes que há uma “aliança em nível nacional (Dilma Rousseff-Michel Temer)” e que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre destinou ao PMDB “um tratamento privilegiado, o que não é pouca coisa”, disse.
A tensão entre os dois partidos foi assunto na reunião que o PT-RJ fez na noite desta segunda-feira, no Rio. O grupo do deputado federal Alessandro Molon voltou a defender candidatura própria para a Prefeitura do Rio.
Colaborou Aurélio Gimenez
Fonte: Dia On Line
PT exige o apoio do PMDB nas eleições municipais
Entrevista de Jorge Picciani a ‘O DIA’ leva petistas a rever aliança com partido de Paes
POR ANDRÉ ZAHAR
Rio - O PT rediscutirá as alianças com o PMDB no Rio para as eleições de prefeito em reuniões da executiva estadual, na próxima segunda-feira, e da direção nacional, no início de fevereiro. Lideranças do partido insistem em cobrar o apoio a seus candidatos como contrapartida à aliança para a reeleição de Eduardo Paes (PMDB) na capital e o apoio a mais de 30 pré-candidatos peemedebistas no interior.
A decisão do PT de tratar do assunto nas reuniões foi tomada ontem em função de declarações que o presidente do partido do prefeito no estado, Jorge Picciani, deu em entrevista publicada no domingo em O DIA. Na entrevista, o cacique descartou apoiar candidatos do PT em Niterói, Mesquita, Teresópolis, Petrópolis e Belford Roxo.
Membro da direção nacional do PT, Alberto Cantalice ressaltou a indicação do vereador Adilson Pires (PT) como vice na chapa de Paes: “Em 30 anos, nunca deixamos de ter candidato próprio na capital. Fizemos um gesto generoso, e esperamos o mesmo do PMDB. Vale lembrar que a eleição passada foi duríssima e, sem o apoio do PT e do ex-presidente Lula, Paes não tinha ganho.”
O presidente do diretório estadual do PT, Jorge Florêncio de Oliveira, divulgou nota alegando “profundo estranhamento” com as declarações de Picciani.
“Esperamos que o presidente do PMDB modifique o comportamento truculento e impróprio no trato com os aliados, que já lhe causou a derrota para o senado em 2010 e, mais uma vez, provoca uma situação constrangedora”, acrescenta a nota.
Florêncio diz que, nas duas ocasiões que falou com o governador Sérgio Cabral (PMDB), ele não estava em consonância com as posições de Picciani.
Picciani não comentou nesta segunda-feira a polêmica. Cabral também não quis se pronunciar.
Discussão vai parar no Twitter
A entrevista de Picciani repercutiu na internet. No Twitter, o deputado federal Edson Santos (PT-RJ) disse que o conteúdo das declarações é “inaceitável” e afirmou: “Na mesma medida em que o PT se dispõe a apoiar o candidato do PMDB na capital, seria de se esperar que o PMDB retribuísse em cidades importantes para o PT, como Maricá, Petrópolis e, principalmente, Niterói, onde o PMDB não tem um candidato competitivo.”
Em seu blog, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) disse que “Picciani não se conforma em não estar mais no centro das decisões”. O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) criticou sua “arrogância”, e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM) o comparou ao rei francês Luís XIV, absolutista.
Em Niterói, escolha é adiada
A reunião do diretório municipal do PT de Niterói que discutiria na noite desta segunda-feira a escolha do candidato a prefeito foi adiada. Os pré-candidatos — o secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Neves, e o deputado federal Chico D’Angelo — ainda não chegaram a um acordo, o que pode levar a prévia (eleição direta) ou a encontro (votação por delegados).
Coordenador da pré-campanha de Neves, o vereador Waldeck Carneiro disse que, ao longo da semana, o presidente nacional da sigla, Rui Falcão, pode entrar nas negociações.
D’Angelo negou a informação dada por Waldeck de que a suspensão tinha sido pedida pelo PT nacional: “O Rui Falcão está de férias, incomunicável. Só retorna amanhã (terça-feira)”.
Na entrevista de domingo, Picciani contrariou o PT e disse que o PMDB apoiará a reeleição de Jorge Roberto Silveira. Chamado de “puxa saco”, Neves não polemizou: “Eu o respeito, apesar de eventuais diferenças de ponto de vista.”
Fonte: O DIA
POR ANDRÉ ZAHAR
Rio - O PT rediscutirá as alianças com o PMDB no Rio para as eleições de prefeito em reuniões da executiva estadual, na próxima segunda-feira, e da direção nacional, no início de fevereiro. Lideranças do partido insistem em cobrar o apoio a seus candidatos como contrapartida à aliança para a reeleição de Eduardo Paes (PMDB) na capital e o apoio a mais de 30 pré-candidatos peemedebistas no interior.
A decisão do PT de tratar do assunto nas reuniões foi tomada ontem em função de declarações que o presidente do partido do prefeito no estado, Jorge Picciani, deu em entrevista publicada no domingo em O DIA. Na entrevista, o cacique descartou apoiar candidatos do PT em Niterói, Mesquita, Teresópolis, Petrópolis e Belford Roxo.
Membro da direção nacional do PT, Alberto Cantalice ressaltou a indicação do vereador Adilson Pires (PT) como vice na chapa de Paes: “Em 30 anos, nunca deixamos de ter candidato próprio na capital. Fizemos um gesto generoso, e esperamos o mesmo do PMDB. Vale lembrar que a eleição passada foi duríssima e, sem o apoio do PT e do ex-presidente Lula, Paes não tinha ganho.”
O presidente do diretório estadual do PT, Jorge Florêncio de Oliveira, divulgou nota alegando “profundo estranhamento” com as declarações de Picciani.
“Esperamos que o presidente do PMDB modifique o comportamento truculento e impróprio no trato com os aliados, que já lhe causou a derrota para o senado em 2010 e, mais uma vez, provoca uma situação constrangedora”, acrescenta a nota.
Florêncio diz que, nas duas ocasiões que falou com o governador Sérgio Cabral (PMDB), ele não estava em consonância com as posições de Picciani.
Picciani não comentou nesta segunda-feira a polêmica. Cabral também não quis se pronunciar.
Discussão vai parar no Twitter
A entrevista de Picciani repercutiu na internet. No Twitter, o deputado federal Edson Santos (PT-RJ) disse que o conteúdo das declarações é “inaceitável” e afirmou: “Na mesma medida em que o PT se dispõe a apoiar o candidato do PMDB na capital, seria de se esperar que o PMDB retribuísse em cidades importantes para o PT, como Maricá, Petrópolis e, principalmente, Niterói, onde o PMDB não tem um candidato competitivo.”
Em seu blog, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) disse que “Picciani não se conforma em não estar mais no centro das decisões”. O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) criticou sua “arrogância”, e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM) o comparou ao rei francês Luís XIV, absolutista.
Em Niterói, escolha é adiada
A reunião do diretório municipal do PT de Niterói que discutiria na noite desta segunda-feira a escolha do candidato a prefeito foi adiada. Os pré-candidatos — o secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Neves, e o deputado federal Chico D’Angelo — ainda não chegaram a um acordo, o que pode levar a prévia (eleição direta) ou a encontro (votação por delegados).
Coordenador da pré-campanha de Neves, o vereador Waldeck Carneiro disse que, ao longo da semana, o presidente nacional da sigla, Rui Falcão, pode entrar nas negociações.
D’Angelo negou a informação dada por Waldeck de que a suspensão tinha sido pedida pelo PT nacional: “O Rui Falcão está de férias, incomunicável. Só retorna amanhã (terça-feira)”.
Na entrevista de domingo, Picciani contrariou o PT e disse que o PMDB apoiará a reeleição de Jorge Roberto Silveira. Chamado de “puxa saco”, Neves não polemizou: “Eu o respeito, apesar de eventuais diferenças de ponto de vista.”
Fonte: O DIA
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
CALENDÁRIO ELEITORAL - MÊS DE JANEIRO
JANEIRO - DOMINGO, 1.1.2012
Data a partir da qual as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos ficam obrigadas a registrar, no juízo eleitoral competente para o registro das respectivas candidaturas, as informações previstas em lei e em instruções expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (Lei nº 9.504/1997, art. 33, caput e § 1º).
Data a partir da qual fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior, casos em que o Ministério Público Eleitoral poderá promover o acompanhamento de sua execução financeira e administrativa (Lei nº 9.504/1997, art.73, § 10).
Data a partir da qual ficam vedados os programas sociais executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por esse mantida, ainda que autorizados em lei ou em execução orçamentária no exercício anterior (Lei nº 9.504/1997, art. 73, § 11).
Data a partir da qual as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos ficam obrigadas a registrar, no juízo eleitoral competente para o registro das respectivas candidaturas, as informações previstas em lei e em instruções expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (Lei nº 9.504/1997, art. 33, caput e § 1º).
Data a partir da qual fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior, casos em que o Ministério Público Eleitoral poderá promover o acompanhamento de sua execução financeira e administrativa (Lei nº 9.504/1997, art.73, § 10).
Data a partir da qual ficam vedados os programas sociais executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por esse mantida, ainda que autorizados em lei ou em execução orçamentária no exercício anterior (Lei nº 9.504/1997, art. 73, § 11).
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