Enquete Eleições 2012.
Você agora pode votar no seu candidato pela Internet. Clique em http://enquete.vetorti.com/vereador/319077 e vote em Sergio Couto para vereador em Maricá. O enquete é realizado pela VETOR IT para todos os municípios do Brasil. Em Maricá mais de 2.300 pessoas já votaram. De acordo com as pesquisas, hoje dia 25 de agosto o candidato a vereador Sergio Couto encontra-se em sexto lugar.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Sergio Couto visita bairros em Maricá
| Sergio Couto e crianças |
| Sergio Couto Explicando seus Projetos |
Sergio Couto visita Assembleia de Deus em Fernando Mendes - Maricá
Sábado às 19:30 hs Sergio Couto esteve presente na festividade na Igreja Assembleia de Deus em Inoã do Pastor Paulo. Em comitiva estavam presentes o Candidato a Vereador e sua esposa Rosana Duran, seu amigo Francisco Alberto, Carmélia Soares e o Pastor Claudio Thomaz.
A festividade foi das irmãs da Igreja, por isso Maria, mãe de Jesus foi citada como exemplo de uma pessoa obediente e que soube escutar as mensagens de Deus trazidas pelos anjos. Sergio Couto citou passagens de Davi chamando atenção ao fato da obediência, apesar das mãos sanguinárias e a necessidade constante de que Deus perdoasse seus pecados.
A festividade foi das irmãs da Igreja, por isso Maria, mãe de Jesus foi citada como exemplo de uma pessoa obediente e que soube escutar as mensagens de Deus trazidas pelos anjos. Sergio Couto citou passagens de Davi chamando atenção ao fato da obediência, apesar das mãos sanguinárias e a necessidade constante de que Deus perdoasse seus pecados.
Candidato Oficial da COMADERJ de Maricá, Sergio Couto vai ao encontro de lideranças evangélicas no Iara Queirós
| Pr Claudio T., Carolino e Sergio Couto |
| Pr.Claudio, Rosana Duran e Francisco Alberto |
Aconteceu a 4ª Mini-Vigília em favor da cidade de Maricá e à campanha do candidato a vereador Sergio Couto
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Sergio couto:"Maricá está deficiente no item transporte"
Sergio Couto, candidato a vereador do PSL - Partido Social Liberal, n° 17555, vem visitando os 53 bairros de Maricá e queixas não param de chegar. Apesar dos esforços do atual governo Maricá ainda vive o caos no transporte. Apesar de muitas ruas terem sido asfaltadas, muitas ainda faltam e as que foram, tiveram um asfalto de baixa densidade mostrando a fragilidade das obras. Os ônibus que fazem a linha intermunicipal andam lotados com pessoas em pé fazendo viagens de duas horas e pagando altas tarifas. Há escassez de ônibus à noite e o povo que depende de transporte público não tem orgulho da cidade no que se refere ao ítem transporte.
Camelôs de Maricá precisam de apoio. Sergio Couto visita camelôdromo.
O Candidato a vereador pelo PSL - Partido Social Liberal, Sergio Couto, esteve no centro de Maricá e visitou o "camelódromo". O centro comercial dos camelôs está abandonado, falta banheiros, segurança, incentivo e infra-estrutura. Os comerciantes humildemente reconhecem que o centro de Maricá é um ponto comercial bom, mas que devido a falta de infra-estrutura e pouca comodidade não atrai o consumidor maricaense. O candidato que tem como prioridade a luta por uma educação melhor se colocou à disposição para levantar a bandeira dos camelôs à busca de condições e infra-estrutura.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Evangélicos barram votação de projeto contra homofobia...
A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia. Ele seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Em uma sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.
Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. "Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. "O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista. "Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso". Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.
Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. "Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. "O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista. "Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso". Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Sergio Couto dá a palavra na congregação de Ubatiba - Pastor Ari e Missionária Gabriela
O casal de missionários, Sergio Couto (PSL)candidato a vereador de Maricá e Rosana Duran, hoje, dia 16 de agosto de 2012 estiveram na congregação da Assembléia de Deus do Pastor Ari e Missionária Gabriela, no Condado 1. Foram convidados para dar a palavra. Sergio ministrou sobre os jovens da fornalha acesa, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e Rosana ministrou sobre a fé e o amor (Efésios , cap.4). Foram bem recebidos pelos membros da Igreja e convidados a voltar para o encontro das senhoras a ser realizado na matriz no próximo sábado. No dia 24 será realizada mini-vigília em intenção ao Missionário Sergio Couto e a cidade de Maricá.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Sergio Couto na Igreja Assembleia de Deus Santa Paula - Aniversário do Presbítero Reginaldo
No dia 13 de agosto, às 20:30 hs, o candidato a vereador Sergio Couto esteve na Igreja Assembleia de Deus Santa Paula do Pastor Presidente Zildo. Foi aniversário do Presbítero Reginaldo. Nas fotos, por ordem, o Candidato Sergio Couto (foto acima), o Pastor Zildo (foto do meio), pronunciando "Deus é Fiel" e a Missionária Ronilda cantando e ao lado o Presbítero Reginaldo.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Pesquisa realizada pelo FACEBOOK indica o candidato a vereador de Maricá SERGIO COUTO em 7º Lugar nas pesquisas
Terminou ontem, dia 12 de agosto de 2012 a pesquisa eleitoral realizada pela VETORIT e o FACEBOOK.
O candidato a vereador SERGIO COUTO, PSL, 17.555 ficou em 7º colocado. A pesquisa foi realizada no site http://eleicao2012.vetorti.com/RJ/Marica .
sábado, 4 de agosto de 2012
Mini-Vigília dos Evangélicos em Proteção de Maricá
Na sexta feira dia 03 de agosto às 22:00 horas ocorreu uma mini-vigília , com orações direcionadas ao Município de Maricá com intenção de uma política renovadora. Ela foi realizada na Igreja Assembléia de Deus, Ministério Israelense. Foi apresentado aos membros e visitantes, aproximadamente 100 pessoas, o Candidato a Vereador de Maricá, Oficial da Convenção de Pastores da Assembléia de Deus - Região dos Lagos (COMADERJ) o Missionário Sergio Couto. O Missionário falou sobre a liderança de Moisés e a importância do mesmo na libertação do povo de Israel, dando exemplo para criação de novos líderes políticos.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Dilma diz que ódio não move Comissão da Verdade
A presidente Dilma Rousseff emocionou-se ao instalar nesta quarta-feira a Comissão da Verdade e disse que as investigações não serão movidas pelo ódio ou revanchismo, mas que o Brasil precisa conhecer a "totalidade de sua história".
"Ao instalar a Comissão da Verdade, não nos move o revanchismo, o ódio ou o desejo de reescrever a história de uma forma diferente do que aconteceu", disse a presidente.
Na cerimônia que deu posse aos integrantes da comissão, criada para esclarecer crimes e abusos contra direitos humanos cometidos no país entre 1946 e 1988, período que inclui o regime militar (1964-1985), Dilma afirmou ainda que a ignorância sobre a história não pacifica.
"O Brasil não pode se furtar a conhecer a totalidade de sua história. Trabalhamos juntos para que o Brasil conheça e se aproprie dessa totalidade da sua história", disse. "A ignorância sobre a história não pacifica, pelo contrário, mantém latente mágoas e rancores", acrescentou a presidente, que foi torturada e passou três anos presa durante o regime militar.
"A sombra e a mentira não são capazes de promover a concórdia. O Brasil merece a verdade", afirmou.
"As novas gerações merecem a verdade e, sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo, como se eles morressem de novo a cada dia", declarou emocionada.
Integram a comissão o ministro do Superior Tribunal de Justiça Gilson Dipp, o ex-procurador-geral da República Cláudio Fontelles, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, o embaixador Paulo Sérgio Pinheiro, a psicanalista Maria Rita Kehl e os advogados Rosa Maria Cardoso da Cunha e José Paulo Cavalcanti Filho.
Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, José Sarney e Fernando Collor de Mello participaram da cerimônia e foram citados por Dilma em seu discurso, pelo papel de seus governos na consolidação da comissão.
A comissão, cuja criação foi proposta em 2009, terá um prazo de dois anos para investigar as violações de direitos humanos ocorridas no período.
A lei que estabeleceu a Comissão da Verdade foi sancionada por Dilma em novembro do ano passado. Durante sua tramitação no Congresso, houve polêmica em torno do ponto que dava exclusivamente à presidente o direito de escolher os integrantes.
Fonte: (Reportagem de Ana Flor)
quarta-feira, 21 de março de 2012
ROSANA DURAN LUTA CONTRA PARTIDOS, ADVERSÁRIOS , IMPRENSA E MANTÉM SUA PRÉ-CANDIDATURA A PREFEITURA DE MARICÁ
A Pré-Candidata a Prefeitura de Maricá Rosana Duran vem enfrentando muita resistência de adversários, do próprio partido e da imprensa marrom de Maricá. Imprensa suja que não mede esforços para denegrir sua imagem. Rosana começou uma série de reportagens esclarecedoras sobre sua pré-candidatura, boatos e opiniões sobre fatos da política de Maricá. As reportagens poderão ser vistas em:
http://www.youtube.com/watch?v=8rQyc69cpgE
http://www.youtube.com/watch?v=_9ysYwwVEAY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=gbKq5yGsDNU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=NeCiFlkhSYE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=8rQyc69cpgE
http://www.youtube.com/watch?v=_9ysYwwVEAY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=gbKq5yGsDNU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=NeCiFlkhSYE&feature=related
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Dilma comemora resultados do programa Saúde Não Tem Preço
Ao fazer o balanço do primeiro ano do programa Saúde Não Tem Preço, a presidente Dilma Rousseff disse hoje que 7,8 milhões de diabéticos e hipertensos receberam medicação gratuita no país. Apenas em janeiro deste ano, 3,2 milhões de pessoas tiveram acesso gratuito aos remédios por meio do programa Aqui Tem Farmácia Popular.
"Há um ano, quando o usuário ainda pagava 10% do valor do remédio, esse número era bem menor - eram 853 mil pacientes -, ressaltou, em seu programa semanal Café com a Presidenta. Segundo Dilma, a falta de dinheiro não é mais motivo para que os pacientes interrompam o tratamento. Ao todo, 20,3 mil farmácias em 3,2 mil municípios fazem a distribuição da medicação.
Além de remédios para tratar a pressão alta e o diabetes, os locais oferecem remédios com descontos de até 90% para asma, colesterol alto, osteoporose e rinite. É possível ter acesso também a anticoncepcionais e fraldas geriátricas.
"No ano passado, o Farmácia Popular chegou a 781 municípios que não tinham nenhuma farmácia credenciada no programa. O Ministério da Saúde identificou onde está a população mais pobre, tanto nas grandes cidades como no interior do Brasil, e está estimulando o credenciamento de novas farmácias nesses municípios", destacou a presidente.
Este ano, segundo Dilma, a previsão é que sejam investidos R$ 7,7 bilhões apenas na compra de medicamentos. Ela lembrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou, no ano passado, 8,4 mil internações a menos de pacientes com hipertensão e 2,7 mil a menos de pessoas com diabetes.
"Outro resultado importante do programa foi o aumento do controle da distribuição dos medicamentos. Quando uma pessoa pega o remédio, a farmácia tem que tirar uma cópia da receita, com o registro do médico e o CPF do paciente para o controle do Ministério da Saúde", completou Dilma.
"Há um ano, quando o usuário ainda pagava 10% do valor do remédio, esse número era bem menor - eram 853 mil pacientes -, ressaltou, em seu programa semanal Café com a Presidenta. Segundo Dilma, a falta de dinheiro não é mais motivo para que os pacientes interrompam o tratamento. Ao todo, 20,3 mil farmácias em 3,2 mil municípios fazem a distribuição da medicação.
Além de remédios para tratar a pressão alta e o diabetes, os locais oferecem remédios com descontos de até 90% para asma, colesterol alto, osteoporose e rinite. É possível ter acesso também a anticoncepcionais e fraldas geriátricas.
"No ano passado, o Farmácia Popular chegou a 781 municípios que não tinham nenhuma farmácia credenciada no programa. O Ministério da Saúde identificou onde está a população mais pobre, tanto nas grandes cidades como no interior do Brasil, e está estimulando o credenciamento de novas farmácias nesses municípios", destacou a presidente.
Este ano, segundo Dilma, a previsão é que sejam investidos R$ 7,7 bilhões apenas na compra de medicamentos. Ela lembrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou, no ano passado, 8,4 mil internações a menos de pacientes com hipertensão e 2,7 mil a menos de pessoas com diabetes.
"Outro resultado importante do programa foi o aumento do controle da distribuição dos medicamentos. Quando uma pessoa pega o remédio, a farmácia tem que tirar uma cópia da receita, com o registro do médico e o CPF do paciente para o controle do Ministério da Saúde", completou Dilma.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Quaquá é réu em 7 ações no TJ
Alvo de diversas denúncias da oposição, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT), está na mira da Justiça em pelo menos sete processos. Todos eles foram movidos pelo Ministério Público, através Vara de Tutela Coletiva em Defesa da Cidadania de Niterói, que responde também pelo município vizinho. Os processos derivam de ações civis públicas movidas pelo MP com denúncias de superfaturamento em obras, licitações sob suspeita e promoção pessoal com dano aos cofres públicos. Nesta última acusação, existem três processos de improbidade administrativa.
Fonte: São Gonçalo On Line
Fonte: São Gonçalo On Line
Paulo Maurício denuncia: R$ 1,7 milhão por km de pavimento em Maricá
O vereador Paulo Maurício Duarte (PRB), ex-presidente da Câmara de Maricá acusa o prefeito Washington Quaquá de superfaturamento nas obras de pavimentação da Estrada de Itaipuaçu e da Rua Professor Menezes (antiga Rua 1). Segundo o vereador, a obra foi licitada em R$ 24 milhões para pavimentação de 14 km, ou seja, R$ 1,7 milhão por km asfaltado. De acordo com Paulo Maurício o processo licitatório beneficiou a empresa paulista Equipav, que teria sido uma das doadoras da campanha do prefeito nas eleições de 2008. A denúncia foi feita durante sessão da Câmara Municipal.
Assim como o vereador, moradores de Itaipuaçu também criticam a obra de pavimentação que está sendo feita nestas duas ruas. Para o o vendedor de peças mecânicas, Thiago Santana, 26 anos, o trabalho dos operários, iniciado em agosto do ano passado, está causando vários transtornos no bairro.
“O que está sendo feito é horrível. Não conseguimos passar com o carro. O asfalto feito desaparece depois de uma ou duas semanas. Está tudo uma porcaria”, reclamou o vendedor.
Por sua vez, a Prefeitura de Maricá informou que a empresa escolhida já recebeu cerca de R$ 9,6 milhões pela obra. O governo municipal explicou ainda que na pavimentação é aplicada uma base de 25 cm de cimento misturado com o antigo asfalto, que é raspado. O procedimento, mais duradouro, é o mesmo usado nas melhores rodovias de São Paulo.
Denúncias - Além de Paulo Maurício Duarte, outro integrante do legislativo maricaense também apresentou denúncias contra licitações feitas pelo chefe do Executivo. Na semana passada, o vereador Uiltinho Viana (PSB) entregou ao Ministério Público um dossiê mostrando irregularidades na contratação da empresa Engebio, que também realizou obras de pavimentação em Itaipuaçu. A questão foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Maricá.
Fonte: São Gonçalo
Assim como o vereador, moradores de Itaipuaçu também criticam a obra de pavimentação que está sendo feita nestas duas ruas. Para o o vendedor de peças mecânicas, Thiago Santana, 26 anos, o trabalho dos operários, iniciado em agosto do ano passado, está causando vários transtornos no bairro.
“O que está sendo feito é horrível. Não conseguimos passar com o carro. O asfalto feito desaparece depois de uma ou duas semanas. Está tudo uma porcaria”, reclamou o vendedor.
Por sua vez, a Prefeitura de Maricá informou que a empresa escolhida já recebeu cerca de R$ 9,6 milhões pela obra. O governo municipal explicou ainda que na pavimentação é aplicada uma base de 25 cm de cimento misturado com o antigo asfalto, que é raspado. O procedimento, mais duradouro, é o mesmo usado nas melhores rodovias de São Paulo.
Denúncias - Além de Paulo Maurício Duarte, outro integrante do legislativo maricaense também apresentou denúncias contra licitações feitas pelo chefe do Executivo. Na semana passada, o vereador Uiltinho Viana (PSB) entregou ao Ministério Público um dossiê mostrando irregularidades na contratação da empresa Engebio, que também realizou obras de pavimentação em Itaipuaçu. A questão foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Maricá.
Fonte: São Gonçalo
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Nova ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres ameniza discurso sobre aborto
A nova ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, afirmou hoje que sua posição pessoal sobre o aborto não vem mais ao caso. "A partir do convite da presidente Dilma eu sou governo e minha posição é de governo." A ministra, que ao longo de sua vida falou diversas vezes ser favorável à descriminalização da interrupção da gravidez. "Eu não seria eu se não reafirmasse", disse. Mas, agora, assegura que o assunto está nas mãos do Legislativo. "O Executivo não tem o que fazer."
As declarações estampam o cuidado com o qual o tema será tratado na sua gestão. Embora tenha enfatizado hoje, durante sua primeira entrevista coletiva, que o aborto inseguro é uma das maiores causas de morte materna no País, um problema de saúde pública equivalente a tantos outros como aids ou dengue - a futura ministra adota o tom da presidente Dilma Rousseff. Durante a campanha, reagindo a pressões de setores religiosos, Dilma, então candidata, teve de amenizar o discurso e fazer um compromisso de que não adotaria nenhuma medida para incentivar a mudança das regras do aborto no País.
A futura ministra reconheceu que o projeto enviado pelo Executivo ao Congresso sobre o tema está na gaveta, mas evitou qualquer comentário sobre uma eventual pressão de líderes de governo para retomar o assunto. Para ela, cabe à sociedade civil retomar a discussão e pressionar parlamentares. "Claro que a questão não é unânime e o debate tem de ser feito de maneira respeitosa."
Eleonora também evitou engrossar críticas à Medida Provisória que cria cadastro para gestantes - um registro, que, para feministas, significa uma perigosa brecha para inibir o aborto e responsabilizar gestantes. Para a ministra, Eleonora, o conflito já foi resolvido com a mudança feita pelo governo no texto da MP. Na versão original, havia uma referência aos direitos do nascituro, retirado na revisão. "Esse assunto sai do ministério. A presidente já se manifestou no Fórum Social Temático e fez uma redação, corretíssima, em retirar a palavra nascituro. Assim que se faze política."
No combate à violência ela foi mais enfática. A ministra cobrou a implementação do Pacto da Não Violência por Estados e municípios e a execução da Lei Maria da Penha. "O Executivo tem responsabilidade de garantir a proteção e a punição ao agressor" E defendeu, ainda, a possibilidade de que processos sobre violência contra mulher possam ser iniciados mesmo sem a anuência da vítima - um assunto que está na pauta do STF. "Sou totalmente a favor e esperamos liquidar este debate. Não tem justificativa a suspensão das investigações quando não há a anuência da mulher.
As declarações estampam o cuidado com o qual o tema será tratado na sua gestão. Embora tenha enfatizado hoje, durante sua primeira entrevista coletiva, que o aborto inseguro é uma das maiores causas de morte materna no País, um problema de saúde pública equivalente a tantos outros como aids ou dengue - a futura ministra adota o tom da presidente Dilma Rousseff. Durante a campanha, reagindo a pressões de setores religiosos, Dilma, então candidata, teve de amenizar o discurso e fazer um compromisso de que não adotaria nenhuma medida para incentivar a mudança das regras do aborto no País.
A futura ministra reconheceu que o projeto enviado pelo Executivo ao Congresso sobre o tema está na gaveta, mas evitou qualquer comentário sobre uma eventual pressão de líderes de governo para retomar o assunto. Para ela, cabe à sociedade civil retomar a discussão e pressionar parlamentares. "Claro que a questão não é unânime e o debate tem de ser feito de maneira respeitosa."
Eleonora também evitou engrossar críticas à Medida Provisória que cria cadastro para gestantes - um registro, que, para feministas, significa uma perigosa brecha para inibir o aborto e responsabilizar gestantes. Para a ministra, Eleonora, o conflito já foi resolvido com a mudança feita pelo governo no texto da MP. Na versão original, havia uma referência aos direitos do nascituro, retirado na revisão. "Esse assunto sai do ministério. A presidente já se manifestou no Fórum Social Temático e fez uma redação, corretíssima, em retirar a palavra nascituro. Assim que se faze política."
No combate à violência ela foi mais enfática. A ministra cobrou a implementação do Pacto da Não Violência por Estados e municípios e a execução da Lei Maria da Penha. "O Executivo tem responsabilidade de garantir a proteção e a punição ao agressor" E defendeu, ainda, a possibilidade de que processos sobre violência contra mulher possam ser iniciados mesmo sem a anuência da vítima - um assunto que está na pauta do STF. "Sou totalmente a favor e esperamos liquidar este debate. Não tem justificativa a suspensão das investigações quando não há a anuência da mulher.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Petistas recorrem a senador em busca de reforço na campanha para candidatos a prefeito e vereador
RIO - Com o afastamento do PMDB, o PT busca refúgio no PRB, do senador Marcelo Crivella, para as eleições de outubro. De acordo com o presidente regional do partido, Jorge Florêncio, o “reforço” na campanha para candidatos a prefeito e a vereador será “preferencial” em todo o estado. Florêncio e Crivella têm encontro marcado nesta segunda-feira para acertar detalhes.
- O PRB é um partido importante. Estamos trabalhando para estar juntos em uma relação preferencial - conta o presidente do PT.
A prioridade será a formação de coligações entre PT e PRB em Niterói, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Belford Roxo, Mesquita e São João de Meriti. O PRB faz parte da base da presidente Dilma. Para Florêncio, a aproximação com Crivella é “programática”.
- Discutiremos juntos um projeto para o Estado do Rio. A relação será programática - ressalta o petista.
Partido também quer apoio do PV em algumas cidades
O outro caminho do PT é um acordo com o PV em algumas cidades. Neste caso, as articulações estão sendo comandadas pelo senador Lindbergh Farias e pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. Um exemplo é Macaé. O PT apoiaria o deputado federal Dr. Aluízio (PV) a prefeito e, em troca, indicaria o vice na chapa do verde.
Diante da crise com o PMDB, Florêncio chegou a recorrer ao diretório nacional do PT. Já o deputado federal Alessandro Molon organizou eventos contra a aliança com os peemedebistas. O PT deve apoiar o PMDB em pelo menos 20 cidades. O partido de Cabral e Picciani selou acordo para caminhar com os petistas em apenas quatro municípios
Fonte: CÁSSIO BRUNO
- O PRB é um partido importante. Estamos trabalhando para estar juntos em uma relação preferencial - conta o presidente do PT.
A prioridade será a formação de coligações entre PT e PRB em Niterói, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Belford Roxo, Mesquita e São João de Meriti. O PRB faz parte da base da presidente Dilma. Para Florêncio, a aproximação com Crivella é “programática”.
- Discutiremos juntos um projeto para o Estado do Rio. A relação será programática - ressalta o petista.
Partido também quer apoio do PV em algumas cidades
O outro caminho do PT é um acordo com o PV em algumas cidades. Neste caso, as articulações estão sendo comandadas pelo senador Lindbergh Farias e pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. Um exemplo é Macaé. O PT apoiaria o deputado federal Dr. Aluízio (PV) a prefeito e, em troca, indicaria o vice na chapa do verde.
Diante da crise com o PMDB, Florêncio chegou a recorrer ao diretório nacional do PT. Já o deputado federal Alessandro Molon organizou eventos contra a aliança com os peemedebistas. O PT deve apoiar o PMDB em pelo menos 20 cidades. O partido de Cabral e Picciani selou acordo para caminhar com os petistas em apenas quatro municípios
Fonte: CÁSSIO BRUNO
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
CEEPSC vai incluir a matéria Política em cursos Profissionalizantes
Foi decidido pela direção da CEEPSC que durante o ano de 2012 serão incluídos temas políticos como matéria obrigatória no ensino profissionalizante.O diretor da empresa, Sergio Couto, disse "temos que ensinar o que é e como funciona a política nesse país. Somos teleguiados por políticos que elegemos e não nos dão satisfação do que fazem e porque fazem. A grande roldana da corrupção está na política, desde a menor engrenagem no complexo de toda a máquina.Faremos a nossa parte."
Fidel Castro presenteou Dilma com biografia inédita
Dilma chega a Cuba em sua 1ª visita ao país
O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, presenteou a presidenta Dilma Rousseff com dois volumes de sua biografia ainda inédita durante um encontro entre os dois na segunda-feira.
Em Cuba: Dilma diz que violações de direitos humanos ocorrem em todos os países
O presente foi uma retribuição à caixa de chocolates brasileiros que Dilma lhe entregou no encontro de uma hora e meia que ambos tiveram na segunda-feira em Havana, segundo o relato do assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia.
Em um dos volumes da biografia, Fidel escreveu uma dedicatória para Dilma, disse Garcia em declarações ao jornal Correio Braziliense. Os livros fazem parte de uma biografia de Fidel Castro escrita pela jornalista cubana Katiuska Blanco e que conta com vários volumes.
De acordo com Garcia, na reunião, último compromisso da visita oficial de dois dias que Dilma fez a Cuba, ambos conversaram sobre política, as relações entre os dois países e a saúde do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Fidel perguntou por Lula e lhe mandou um abraço", comentou Garcia.
Segundo o assessor, Castro mostrou ter conhecimento da história da presidenta brasileira e até disse que a governante era mais alta do que ele pensava. "Ele havia lido uma parte de um livro sobre Dilma", acrescentou.
Dilma contou que esteve ao lado do líder da revolução cubana em uma visita que fez a Havana em 1982 para participar de um congresso de economistas, "mas claro que ele não se lembrava dela", declarou García.
O assessor acrescentou que no encontro informal também foram abordados os acordos de cooperação entre ambos países, incluindo as obras de expansão do porto de Mariel financiadas com recursos brasileiros.
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Na visita à ilha, Dilma anunciou, durante encontro com o presidente Raúl Castro, o Brasil vai abrir uma linha de crédito de US$ 350 milhões para financiar a compra de alimentos por Cuba.
Ela também condenou o bloqueio econômico imposto ao país. Segundo a presidenta brasileira, a melhor forma de o Brasil ajudar o país caribenho é furar esse bloqueio e continuar investindo em parcerias que também são estratégicas para o Brasil.
A visita oficial da presidenta brasileira à ilha era cercada de expectativa sobre seu posicionamento em relação às liberdades individuais, principalmente por parte de dissidentes do regime comunista no país.
Dilma afirmou que não se pode tratar de direitos humanos como ferramenta para criticar apenas certos países. "O mundo precisa se comprometer em geral. Não é possível fazer da política de direitos humanos só uma arma de interesse político e ideológico. O mundo precisa se convencer que é algo que todos os países do mundo têm de se responsabilizar, inclusive o nosso", disse a presidenta.
Dilma afirmou que desrespeitos aos direitos humanos ocorrem em todas as nações, inclusive no Brasil, e citou como exemplo as violações denunciadas na base americana de Guantánamo.
"Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro. Nós no Brasil temos o nosso. Então eu concordo em falar de direitos humanos dentro de uma perspectiva multilateral", disse a presidenta, em coletiva de imprensa.
"Não podemos achar que direitos humanos é uma pedra que você joga só de um lado para o outro. Ela serve para nós também."
Fonte: IG - Último Momento
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